O Futuro do Trabalho, Hoje!

por Equipe Alstra
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O resultado de uma pesquisa apresentada no último World Economic Forum apresentou a Mudança na Natureza do Trabalho como sendo o Driver #1 de mudanças demográficas e socioeconônicas no mundo. E como isso se reflete no dia a dia das organizações?

Na aquisição de serviços profissionais, por exemplo, já notamos uma nova tendência no formato das contratações e uma maior valorização da competência, do indivíduo e dos resultados. Isso já aparece em um estudo recente da Forrester Consulting, realizado com tomadores de decisões de algumas das maiores empresas americanas. Nesse estudo, aqueles que apontaram buscar ajuda externa para melhorias em processos, recorrem nessa proporção aos seguintes especialistas:

14% – Consultores ou Especialistas Independentes
8% – Boutiques de Consultoria
22% – Grandes Empresas de Consultoria
11% – Terceirizados

Ainda nesse estudo, foi apontado que 78% dos clientes que contratam times on demand estão satisfeitos com esse formato e apontam como os 3 principais benefícios #1 – Fresh Thinking, #2 – Faster Innovation e #3 Faster Delivery.

Além disso, quando pensamos de forma mais ampla nos desafios das relações de trabalho que estão em curso, tanto do lado das empresas quanto dos profissionais, observamos algumas outras tendências muito mais profundas que o advento das terceirizações de processos de negócios (BPO) ou da globalização, iniciadas a partir da virada de século.

Nesse contexto, e reforçando o fato de que essas mudanças não serão efêmeras, sabemos que as novas gerações não se contentam com os desafios “sem causa ou propósito”, com pouca flexibilidade e densidade hierárquica e funcional, bem como com a falta de autonomia dos empregos tradicionais. Com isso, elas vêm se distanciando desse universo. Por outro lado, as organizações “clássicas”, com pressões sempre crescentes por ganhos de eficiência e também ameaçadas por centenas de startups se propondo a fazer melhor, mais rápido e mais barato o que elas fazem hoje, não tem outra opção senão incorporarem uma cultura de inovação e agilidade e colherem os benefícios desses novos tempos.

Como resultado, observamos uma tentativa de aproximação das empresas com o ambiente das startups, através da criação de iniciativas de corporate venture, com investimentos em programas de empreendedorismo e inovação aberta, aquisições, participações, estímulo ou início de suas próprias startups, muitas vezes em suas aceleradoras in company. Hoje, de acordo com o mapa do corporate venture no Brasil da Altivia Ventures, temos quase 100 empresas no país com iniciativas formais dessa natureza.

Notamos, também, um grande aumento nas iniciativas de fomentar nos times internos a atitude empreendedora e a tolerância ao risco. E, principalmente, os gestores mais inovadores vem quebrando estruturas funcionais rígidas para uma movida por projetos, atividades e desafios com início e fim definidos que se desdobram em ciclos de novas iniciativas. Essas iniciativas são compostas por times multifuncionais, de dentro da própria organização ou externos, requerendo as mais variadas competências em processos e indústrias. Tudo isso exige tolerância ao risco, flexibilidade, adaptação, comunicação fluída, experimentação, autonomia, staff on demand e muita tecnologia. É o que chamamos de uma Agile Workforce.

Bem-vindos ao Futuro do Trabalho! 

Exploramos um pouco mais esse tema nesse vídeo ALSTRA – O Futuro do Trabalho, Hoje!

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